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Alterações climáticas e globalização deixam Europa à mercê dos insectos que transmitem doenças

Alterações climáticas e globalização deixam Europa à mercê dos insetos que transmitem doenças

Foto Gerd Altmann por Pixabay 


Os limites geográficos de doenças transmitidas por vetores - como a dengue, leishmaniose, chikungunya ou a encefalite - está a expandir-se rapidamente, alertaram os peritos europeus presentes no Congresso Europeu de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas, em Amesterdão. A culpa é das alterações climáticas, mas também da globalização e do aumento das viagens e do comércio internacional. Isto significa que a Europa, incluindo latitudes mais a norte e não apenas os países em redor do Mediterrâneo, vão começar a ver um aumento do número de surtos, a não ser que ações sejam tomadas.

"As alterações climáticas não são o único, nem o principal, fator que está a levar ao aumento das doenças transmitidas por vetores na Europa, mas são um de muitos fatores junto com a globalização, o desenvolvimento socioeconómico, a urbanização e as mudanças generalizadas no uso da terra que precisam de ser abordadas para limitar a importação e a propagação", disse o professor Jan Semenza, do Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças, citado num comunicado.

Os vetores são, sobretudo, artrópodes que transmitem a infeção através de picada quando eles próprios são portadores de agentes patogénicos, como vírus e parasitas. Os mais comuns são os mosquitos (de várias espécies), mosca da areia (flebótomos) e carraças (ixodídeos). Apenas uma picada pode transmitir doenças tais como malária, dengue, chikungunya, febre do Nilo Ocidental, leishmaniose, doença de Lyme, febre-amarela, encefalite japonesa, entre outras.


Temos que nos preparar para lidar com estas infeções tropicais. As lições de recentes surtos da febre do Nilo Ocidental na América do Norte e de chikungunya nas Caraíbas e na Itália reforçam a importância de avaliar futuros riscos de doenças transmitidas por vetores e preparar planos de contingência para futuros surtos", indicou o diretor do Departamento de Doenças Infecciosas do Instituto Superior de Saúde em Roma, Giovanni Rezza.

No passado, a transmissão deste tipo de doenças estava limitado a regiões tropicais ou subtropicais, porque o frio mata as larvas dos mosquitos, mas estações quentes mais longas podem permitir que estes se espalhem pela Europa no prazo de décadas, segundo os especialistas. Nos últimos dez anos, já se registaram surtos de dengue em França ou na Croácia, malária na Grécia, febre do Nilo Ocidental no Sudeste da Europa e o vírus chikungunya já passou por Itália e França.

"A Europa Mediterrânica já é agora uma região tropical em part-time, onde vetores competentes como o mosquito conhecido como Tigre Asiático [Aedes albopictus] já estão estabelecidos", avisou Rezza. Este mosquito espalha os vírus que causam a dengue e a chikungunya.

Os modelos climáticos indicam que em 2040-2060, poderá haver um aumento de 3,8% no habitat do Ixodes ricinus (as carraças que transmitem a doença de Lyme ou a encefalite) na Europa, com a Escandinávia a surgir como a zona que estará mais em risco (graças ao aumento da população de veados que funcionam como hospedeiros das carraças).

Semenza defendeu que as agências de saúde pública devem "melhorar a vigilância, através de sistema de alerta precoces, aumentar a consciencialização entre profissionais de saúde e público em geral para os potenciais riscos, assim como adotar estratégias de controlo inovadoras, como intervenções comunitárias".

Fonte: https://www.dn.pt - 14/04/2019

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Entender o comportamento das formigas!

Umas das principais espécies de formigas com que nos devemos preocupar são a formiga negra ou de jardim (Lasius niger) e a formiga Faraó (Monomorium pharaonis). Ambas criam incomodo, pois deslocam-se em grandes distâncias, criando caminhos e amontoando-se em volta das fontes de alimento. As formigas faraó, constituem o maior perigo para a saúde, pois muitas vezes estas formigas alimentam-se em áreas de pouca higiene, tais como sarjetas e lixeiras, sendo que facilmente transmitem agentes patogénicos. Isto é particularmente preocupante quando a infestação ocorre em ambientes sensíveis, tais como, cozinhas, infantários, lares e hospitais.
Pode ser bastante complicado erradicar as infestações de formigas, pois as formigas obreiras, tem a capacidade de criar novas colónias, se a colónia principal se sentir ameaçada.

Principais características da formiga negra ou de jardim (Lasius niger)

Cor e descrição: as obreiras medem cerca de 2 a 5 mm e são de cor castanho escuro/negro. As rainhas medem cerca de 12 mm e são castanhas.
Hábitos e Habitat: as formigas negras, fazem os seus ninhos no exterior, em parede, debaixo do solo, etc. São grandes recolectoras de alimento e água e normalmente entram nos edificios. O seu controlo é necessário quando se convertem numa séria infestação, no interior. Tem apenas 1 rainha por ninho.
Ciclo de vida: 50-70 dias
Índice de reprodução: uma colónia de formigas negras tem apenas 1 rainha, e tende a ser constituída por cerca de 5000 indivíduos. A rainha pode viver até 12 anos.

Principais características da formiga faraó (Monomorium pharaonis)

Cor e descrição: as obreiras medem cerca de 1,5 a 2 mm e são de cor amarelada/acastanhada. As rainhas medem cerca de 3,6 a 5 mm e são de cor vermelho escuro. Podem apresentar asas mas não voam.
Hábitos e habitat: procuram calor e humidade, por isso, ficam, em muitas zonas ficam confinadas no edifícios. Nos climas temperados, este tipo de praga, também se pode encontrar no exterior. As infestações podem ser encontradas em qualquer tipo de edifício, tais como, blocos de apartamentos, hotéis, hospitais, estabelecimentos onde se manipulam alimentos, etc. Existem várias rainhas por ninho. As recolectoras de alimento, podem abandonar o ninho principal, para criar colónias satélite.
Ciclo de vida: 38-45 dias
Índice de reprodução: Uma rainha de formiga faraó, pode por 400 ovos ou mais ao longo da sua vida.

Para o controlo de formigas recomendamos - FOURMIDOR:

O Fourmidor que é um insecticida pronto a utilizar contendo 0,05 % de fipronil, para o controlo de formigas dentro e em redor de instalações domésticas e industriais.
Produto de alta potência comprovada, para efeitos consistentes e duradouros.
Explora o comportamento natural das colónias de formigas para garantir um controlo rápido e total de toda a colónia. 
É rápido, fácil e seguro de aplicar a partir da embalagem, para um tratamento mais rentável e ambientalmente responsável.O Fourmidor que é um insecticida pronto a utilizar contendo 0,05 % de fipronil, para o controlo de formigas dentro e em redor de instalações domésticas e industriais.
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Como obter o melhor rendimento com o Fourmidor!

As gotas de fourmidor deverão ser aplicadas ao logo do trilho feito pelas formigas, a cada 30 cm e protegidos da chuva. Cada gota deverá ter o diâmetro de aproximadamente 3-4 mm e um peso de aproximadamente 0,03 g.

As superfícies tratadas deverão ser revistas cada 1-2 semanas. Se o gel foi totalmente consumido e ainda há formigas em actividade deverá fazer-se uma segunda aplicação.

O Fourmidor não deverá ser usado em superfícies que potencialmente possam ser inundadas, levando à remoção do gel.

Não usar o Fourmidor em superfícies onde tenha sido usado outro insecticida, não usar em mistura com outros insecticidas uma vez que o poder atractivo do gel poderá ser comprometido.

Colocar as gotas numa superfícies plana, não absorvente e acessível para as formigas. De notar que o Fourmidor é mais eficaz na zona de passagem das formigas.

Condições e época de aplicação

UtilizaçãoAplicação Época
Dentro e em redor de instalações domésticas e comerciais.1 gota a cada 30 cm na zona de passagem das formigas.Assim que detectar o inicio da actividade.